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Quando o Ultrassom Corrige a Data Provável do Parto?

O ACOG define limiares específicos de discordância entre DUM e ultrassom para cada trimestre, acima dos quais a DPP deve ser revisada. Esta página explica esses critérios e por que a DPP estabelecida não deve mudar em exames posteriores.

Critérios do ACOG para correção da DPP

  • Até 13 semanas e 6 dias: diferença > 7 dias justifica correção pela biometria fetal. De 14 a 27 semanas e 6 dias: diferença > 14 dias. De 28 semanas em diante: diferença > 21 dias. Quanto mais cedo o ultrassom, maior a precisão.
  • Uma vez estabelecida pelo ultrassom, a DPP não deve ser alterada com base em exames posteriores — mesmo que medidas subsequentes sugiram IG diferente. Crescimento fetal anormal não muda a DPP; indica problema de crescimento.

Quando corrigir ou manter a DPP

Discordância de 5 dias no 1º trimestre

Entrada
DPP pela DUM: 15/out · DPP pelo US de 10 semanas: 20/out
Saída esperada
Manter DPP pela DUM

Diferença de 5 dias está abaixo do limiar do ACOG (7 dias no 1º trimestre).

Discordância de 10 dias no 1º trimestre

Entrada
DPP pela DUM: 15/out · DPP pelo US de 10 semanas: 25/out
Saída esperada
Corrigir para DPP pelo ultrassom: 25/out

Diferença de 10 dias supera o limiar de 7 dias — biometria prevalece.

FAQ da ferramenta completa

O CCN (Comprimento Cabeça-Nádega) no 1º trimestre (semanas 6–14) é o parâmetro mais preciso, com margem de erro de apenas ± 3–5 dias. Após a 14ª semana, a biometria composta (DBP + PC + CA + CF) tende a ser mais acurada do que qualquer medida isolada. A precisão diminui progressivamente ao longo da gestação.

Perguntas frequentes

Por que a DPP não muda em ultrassons do 3º trimestre?

No 3º trimestre, a variação biológica normal entre fetos é tão grande que a biometria isolada não distingue confiável entre um bebê pequeno e uma DPP errada. Por isso, a DPP estabelecida no 1º trimestre permanece como referência.